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Novas abordagens de estratégia para novos tempos e novos mercados

Muitos dizem que vivemos uma nova realidade, se referindo a necessidade que uma empresa tem de mudar rapidamente e se adequar sempre que necessário. Porém, não podemos dizer que uma nova realidade chegou porque essa necessidade de velocidade para mudança já era algo presente. Porém, não havíamos sido forçados a encará-la como agora.

Essa questão traz à tona outra pergunta: Os modelos de estratégia e gestão que conhecemos são suficientes para liderarmos a transformação que toda empresa precisa? A resposta parece mais clara do que nunca. É necessário rever a  forma de pensar a estratégia.

No livro The End of Competitive Advantage, Rita McGrath comenta sobre isso quando menciona como o modelo de cinco forças de Micheal Porter, matriz BCG, SWOT e outros tiverem a sua importância na abordagem estratégica para buscar e sustentar uma “Vantagem Competitiva” até agora. Porém, ela explica que “nestes novos cenários voláteis e repletos de incertezas que vivemos, para vencer, os executivos precisam aprender como explorar oportunidades de curto prazo com velocidade e determinação. Os modelos baseado em vantagem competitiva são de longo prazo e passivos, portanto desatualizados e perigosos em um ambiente competitivo de rápida evolução.”

Assim fica claro que as abordagens também precisam mudar. A mudança passa de um modelo baseado em análise para um modelo baseado em inovação, encarando cenários pouco previsíveis.

Abaixo um modelo da Strategy Tools que representa essa mudança:

Nos últimos anos as iniciativas de agilidade que foram protagonizadas, na maioria dos casos, por nos nossos times, felizmente prepararam o caminho para esse momento. Agora precisamos conectar tudo isso de maneira uniforme com a alta diretoria, C-Levels e grupos de estratégia para alcançarmos resultados melhores.

Nesse sentido unimos nossas ferramentas de Business Agility com as ferramentas de estratégia da Strategy Tools. Entendemos que agora temos um portfólio completo para habilitar as organizações na jornada de transformação de fim a fim!

Muitas empresas estão aprendendo isso nesse momento, utilizando novos métodos incluindo simuladores de estratégia.

Compartilhamos o relatório da Strategy Tools com diversos outros exemplos dessas ferramentas em ação e novas abordagens de estratégia: https://www.strategytools.io/report-strategy-tools-in-action/ . Entre em contato com nosso time e descubra como podemos criar algo novo juntos nessa jornada.

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O papel da Comunidade de Prática dentro das empresas

Muitos times têm aderido a ideia de criar e incentivar a Comunidade de Prática dentro das corporações. Mas, você sabe como elas funcionam e os benefícios que ela proporciona em um ambiente corporativo? Nós contaremos a seguir.


Se você atua em uma empresa que possui além da agilidade em seu dna, a inovação, já deve ter ouvido falar o termo Comunidade de Prática – ou CoP.

Essa sigla, vinda do inglês, significa Community of Practice. Diferente de outros tipos de grupos de aprendizado, esse modelo possui desafios que colocam o conhecimento compartilhado em prática.

Esclarecendo de uma forma que você possa entender melhor como ela funciona, vamos explicar passo a passo para que você inicie essa prática da forma certa.

Primeiramente, o que é uma Comunidade de Prática?

As Comunidades de Prática são caracterizadas por grupos que se unem com um objetivo comum em aprender, compreender e atestar a efetividade de novos assuntos por meio da prática.

Durante o desenvolvimento de uma CoP (Community of Practice) é preciso que todos os integrantes tenham o mesmo objetivo: desenvolver novas habilidades, aprender novos assuntos e identificar alternativas a problemas.

É uma abordagem que faz parte de uma estratégia para escalar a agilidade, a exemplo, podemos ver a CoP dentro do framework do SAFe 5.0, como ilustrado abaixo:

Qual a diferença entre uma CoP e uma comunidade de aprendizado tradicional?

A principal diferença entre uma Comunidade de Prática de outro tipo de aprendizado é que os integrantes se dedicam em atividades e discussões e juntos se permitem a aprender uns com os outros, concentrados em um projeto de aplicabilidade do tema escolhido, atestando a efetividade dos conceitos identificados.

Outra característica desse modelo é que não importa o nível de senioridade entre os integrantes.

O principal objetivo do time é, acima de tudo, a interação entre os membros e que esses aprendam sobre o assunto discutido.

E qual o Workflow de uma Comunidade de Prática?

Durante o amadurecimento de uma Comunidade de Prática, os membros têm a missão inicial de desenvolver um repertório minimamente capaz de compartilhar entre si.

Essa etapa do processo pode, inclusive, levar um tempo para ser concluída pelo time.

Ou seja, os membros da equipe se unem, dividem o conteúdo com todos do grupo.

Depois disso, buscam um problema a ser resolvido através do conhecimento adquirido e da área que a CoP está se desenvolvendo.

Como uma Comunidade de Prática funciona em uma empresa adepta as Metodologias Ágeis?

Para explicar como uma CoP funciona, especificamente em uma empresa que já possui uma maturidade ágil, falaremos como essa prática tem se desenvolvido dentro dos times da Cadmus Soluções em TI.

Acima de tudo, uma forma de tornar o projeto mais aderente foi, por exemplo, acolher integrantes de diferentes níveis de conhecimento, mas que possuíssem disponibilidade.

Dessa forma, as ocupações foram divididas em três níveis:

Owner

Nessa categoria, a pessoa se torna responsável pela CoP.

Em outras palavras, é ela quem conduzirá os encontros e será responsável pelos conteúdos ministrados no decorrer dos estudos.

Member

Os integrantes que escolheram participar nessa ocupação atuaram diretamente na entrega do projeto.

Portanto, os participantes se comprometem a estudar para encontrar soluções dos desafios propostos neste grupo.

Além disso, para que os esforços se concentrem em resultados, os membros só podem participar ativamente de uma CoP.

Follower

Como follower de uma Comunidade de Prática, o participante poderá participar as interações.

Dessa forma, o seguidor não precisará se comprometer com as entregas.

Nesse modelo, os membros podem, por exemplo, seguir até duas comunidades.

E como começar uma Comunidade de Prática?

O ideal para começar a implementação de uma CoP – Community of Practice é estruturá-la através das seguintes etapas:

Imersão

Identificando a audiência, o propósito, os objetivos e a visão.

Design

Definindo as atividades, a tecnologia, o grupo de processos e os papéis que suportarão os objetivos da CoP.

Prototipagem

Conduz a comunidade com um grupo inicial para obter conhecimento, testando premissas, refinando a estratégia e estabelecendo os resultados.

Lançamento

Promover o projeto para as audiências com o objetivo de captar interessados em participar e entregar os resultados planejados.

Melhoria

Inicia-se o compartilhamento dos aprendizados e resultados das equipes em prol da meta estabelecida no início da Comunidade de Prática.

Ao final, o conhecimento adquirido é cultivado e os produtos obtidos são utilizados para definir novas estratégias para o futuro.

Gostou? Comece a implementar uma Comunidade de Prática com o template que preparamos.

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Iteração e Interação: você sabe a diferença?

Apesar de parecidos, os termos iteração e interação são bem diferentes na prática. Quer saber o porquê? Nós te contaremos a seguir, confira.

Mesmo sendo comum no segmento de tecnologia, os termos iteração e interação ainda são confundidos. Por isso resolvemos desmistificar cada um deles e te ajudar a usá-los corretamente no seu dia a dia.

O que é Iteração?

Segundo os dicionários, iteração se define por um processo que se repete diversas vezes para se chegar a um resultado e a cada vez gera um resultado parcial que será usado na vez seguinte.

Na prática, quando uma ação é realizada, a sua repetição pode haver duas e até mais iterações, como a soma de algarismos onde 1+1 é 2, e cada processo de soma é considerado uma iteração.

O que é Interação?

Diferente do tópico anterior onde é preciso realizar uma ação, na interação é a ação realizada pelo usuário com determinada situação ou produto.
Ou seja, para que exista o processo de interação é preciso que o usuário execute uma ação e não que essa ação seja repetida.

A iteração na tecnologia

Agora que já sabemos que um processo iterativo é contínuo, com diversas tentativas a fim de encontrar melhorias, como podemos definir esse termo na tecnologia?

Nesse caso, podemos chamar de desenvolvimento iterativo.

Iteração | Liga Ágil

Durante esse processo, um time atua de forma iterativa, identificando melhorias, onde através de cada iteração correções e ajustes necessários são feitos.   

Além disso, existe também o desenvolvimento incremental, onde o produto é desenvolvido e entregue por etapas. Cada etapa caracteriza um conjunto de funcionalidades.  

Em um ambiente ágil, o iterativo e o incremental caminham juntos, já que o processo inclui melhorias contínuas e todas as etapas são entregues segmentadas e adicionadas ao projeto como um todo. 

Tão importante quanto saber as nomenclaturas na teoria, é preciso conhecer de verdade as práticas ágeis. Fique de olho em nosso catálogo de treinamentos para não perder as próximas turmas, ou se preferir, solicite um treinamento in company e traga a Liga Ágil para o seu ambiente de trabalho.