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Ágil: “Ser ou não ser, eis a questão”

A frase “Ser ou não ser, eis a questão” é a abertura do monólogo da peça A Tragédia de Hamlet, príncipe da Dinamarca, de William Shakespeare. Pode ser atribuída a diversos significados, mas para fins de compreensão desse artigo o significado será “pensar e agir”.  Pensar no sentido de supor o domínio total de um assunto e agir, aquele que busca através de cada passo a melhoria contínua com identificação dos seus pontos cegos.

Cientificamente, o “pensar e agir” é comprovado pelo Efeito Dunning-Kruger, demonstra que pessoas que menos sabem sobre determinado assunto, se autoavaliam muito competentes, ou seja, desconhecem a própria incompetência. Por outro lado, os que possuem maior domínio, tendem a ser moderada confiança sobre suas habilidades, pois sabem que não dominam tudo.

Mas o que isso tem a ver com a prática da agilidade?

Ao iniciar com a agilidade é escolhido a metodologia ou framework, capacita os envolvidos para a prática, estabelece a squad, muda a nomenclatura dos cargos e vamos fazer acontecer o ágil “pensando” que está no caminho mais assertivo. Isso é pensar que está sendo ágil. Colocar em prática copiando e seguindo irrestritamente o que está descrito.

Mas como sair desse dilema?

Agir ágil. Como? O Manifesto para Desenvolvimento Ágil de Software começa assim: “Estamos descobrindo maneiras melhores de desenvolver software, fazendo-o nós mesmos e ajudando outros a fazerem o mesmo”01. A ação do agir “…descobrindo maneiras melhores…” implica em começar uma jornada levando em consideração aspectos únicos de cada cenário de uma organização: estratégia, processos, pessoas, cultura, tecnologia, como cria valor e gera oportunidades na percepção dos clientes, como responde às mudanças internas e externas e como alcança e mantem seus resultados. Isso faz com que seja descartado qualquer método ou framework ágil? Não. Mas precisa ser descoberto como a organização vai conseguir sua transformação ágil.

Visando ajudar as organizações descobrir seu jeito de agir a transformação ágil, a Liga Ágil, consultoria de transformação digital oferece apoio estratégico na condução da mudança organizacional, treinamentos in company e alocação de profissionais especializados para habilitar pessoas e transformar culturas corporativas, auxiliando as empresas a atingirem seus objetivos de negócio, respondendo às constantes mudanças com agilidade.

Está preparado para descobrir o seu agir ágil?  A Liga Ágil está preparada para te habilitar nessa jornada.

Fonte: https://agilemanifesto.org/iso/ptbr/manifesto.html

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Transformação Ágil: aperte o cinto o piloto surgiu!

Um avião para poder decolar basicamente precisa fazer com que a pressão debaixo da asa fique maior que o peso da aeronave. Para conseguir isso é necessário que ele vá gradualmente aumentando sua velocidade à medida que percorre a pista, onde quanto mais rápido ele estiver, em conjunto com a configuração da asa e as condições do aeroporto, maior será a força chamada sustentação. Quando a sustentação é maior que o peso da aeronave ela tem condições de decolar e ganhar altitude e chegar em voo de cruzeiro e manter-se na rota.

Quando uma organização opta para realizar a Transformação Ágil, ela precisa ter força suficiente para romper com a inércia das estruturas hierárquicas verticais e culturais dos departamentos e orientá-los na direção de criar respostas às necessidades dos clientes e inovar identificando novas oportunidades em relação a percepção de valor do cliente.

Quando uma organização opta para realizar a Transformação Ágil, ela precisa ter força suficiente para romper com a inércia das estruturas hierárquicas verticais e culturais dos departamentos e orientá-los na direção de criar respostas às necessidades dos clientes e inovar identificando novas oportunidades em relação a percepção de valor do cliente.

“Ah! Mas a organização que estou hoje já atende aos meus clientes!” Mas ela também tem a capacidade de se adaptar, em meio, a ambiente ambíguo e turbulento, aprendendo continuamente na busca da satisfação dos clientes, e remodelar a estratégia, a estrutura, os processos, pessoas e tecnologia para as oportunidades de criação e entrega de valor?

É aí que grandes desafios surgem, muitos experimentos não conseguem ter a força suficiente para alçar voo e organizações se perdem por serem eficientes em fazer a mesma coisa. Como resolver esse dilema?

 

A solução encontrada pela Liga Ágil para promover a Transformação Ágil de forma iterativa e incremental, sustentável com geração de valor foi através do Value Delivery Cycle. Concebido na forma circular é capaz de orientar a estratégia, às necessidades e expectativas dos clientes.

Está baseado não em um trilho rígido, mas em um modelo capaz de entender, aprender, ativar o sucesso em cada etapa, apoiado por diversas disciplinas. Quer conhecer mais? Acesse site da Liga Ágil na área de conteúdo e descubra ainda mais sobre essas e outras soluções disponíveis.

O objetivo é habilitar as pessoas e empresas por meio de consultoria estratégica, ferramentas, treinamentos e alocação de profissionais especializados que possam atuar como propulsores da transformação.

Aperte o cinto o piloto surgiu! Preparado?

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O que é, quando surgiu e como implantar a cultura DevSecOps

 

Alex Salino, um dos fundadores da Liga Ágil, abordou de forma diferente e dinâmica uma palestra sobre DevSecOps. Apresentou os conceitos básicos e avançados da cultura, o perfil de um time de DevSecOps, além de um case para os participantes.

Entendendo o início da cultura DevSecOps       

O termo DevOps surgiu em uma conferência realizada em 2009, na Bélgica. Nesse evento, denominado “DevOpsDays” profissionais de desenvolvimento e operação se reuniram com o objetivo de melhorar os processos e entregar valor ao cliente.

Mesmo após uma década, as empresas ainda estão engatinhando no processo de implementação nessa cultura.

Qual o perfil de um time de DevOps?

Segundo Alex, para ter excelência e eficiência na implementação de uma metodologia ágil como DevSecOps é preciso compor uma equipe com as características de um time ágil, como autonomia e multidisciplinaridade, por exemplo.

Da mesma forma, é preciso que as equipes trabalhem juntas. Ou seja, todos os colaboradores buscam e estão preparados para superar possíveis desafios, a fim de alcançar grandes metas.

E como colocar em prática essa cultura?

Um dos primeiros passos para colocar essa metodologia em prática, é literalmente se apaixonar pelos problemas. Dessa forma, se torna ainda mais fácil entregar a solução ideal para o cliente, bem como inovar continuamente.          

Além disso, é preciso estar atento ao objetivo estratégico dos seus times. É importante que todos estejam alinhados as expectativas para que essa meta não seja única.

Não menos importante, entregar valor ao cliente é essencial. Criar slots menores é interessante, uma vez que o pipeline de entrega se torna cada vez mais contínuo.

Ter a visibilidade de todo o processo, automatizar as etapas, bem como métricas que gerem valor são essenciais para entregas de qualidade.

Onde entra o “SEC” em DevSecOps?

Segundo Alex, com a implementação da LGPDP (Lei de Proteção de Dados Pessoais) é mais do que necessário que automatizar ferramentas que segurança para que as informações da aplicação e da estrutura se mantenham seguras.

É possível ir além do CI (Integração Contínua) e CD (Entrega contínua)?

Não só é importante como deve ser feito, através de:

  1. Fit in: Fazer o software se adaptar para situações onde possa desligar suas funcionalidades;
  2. Backlog unificado;
  3. Rastreabilidade;
  4. Infraestrutura dedicada à aplicação;
  5. Infraestrutura como código;
  6. Arquiteturas imergentes;
  7. Monitoramento.

Ao final da palestra, Alex compartilhou um tema com os participantes um case que, mesmo em um time de DevSecOps com grande potencial, melhorias sempre podem ser implementadas. Os principais pilares de CI e CD são importantes, mas há outros fatores que influenciam diretamente no sucesso da implantação dessa cultura.